Queef: como evitar o famoso “pum” vaginal na hora do sexo? Saiba com a Dona Coelha!

Mulher com vergona de pum vaginal queef: como evitar o famoso "pum" vaginal na hora do sexo? Saiba com a dona coelha!

Você já foi surpreendida na hora do sexo pelos famosos “puns” vaginais? Eles são mais comuns do que você imagina e não devem ser motivos de constrangimentos, afinal é uma reação natural que acontece em nosso corpo. A abordagem para esse assunto, na maioria das vezes, é repleta de tabus que necessitam ser deixados de lado.

E é por isso que a Dona Coelha está aqui hoje! Queremos desmistificar a ideia que os flatos vaginais são sinônimos de vergonha. Então, que tal vir com a gente e conferir esse bate papo super descontraído, mas recheado de informações relevantes? Basta continuar a leitura. Vamos lá!

Como evitar “pum” pela pepeca na hora do sexo? Veja algumas formas

Sabe quando você está curtindo aquele momento picante e, do nada, começa a escutar alguns barulhinhos vindos lá de baixo? Para muitas pessoas isso pode se transformar em instantes de puro vexame que acabam totalmente com o clima de uma boa transa.

Vamos pensar juntos: é realmente necessário ficar desconcertado por conta do flato vaginal? Olha, meu conselho seria: aproveite o momento e deixe para lá esse som que não vai mudar em nada na hora de alcançar um maravilhoso orgasmo.

Entretanto, se você se sente desconfortável, fique tranquila! Há algumas maneiras de controlar o famigerado queefing – som produzido pela saída de ar da vagina. Confira 5 dicas que podem ajudar a evitar os barulhinhos desagradáveis durante a relação sexual:

1 – Não desperdice o momento por conta do flato vaginal

A primeira dica não tinha como ser diferente! Como disse anteriormente, porque desperdiçar um momento tão gostoso com algo natural? O “pum” vaginal acontece devido a entrada de ar na cavidade durante a penetração e pode acontecer com qualquer um.

Isso também vale na hora da masturbação, hein? Ao utilizar o vibrador, o queef pode escapar e você não deve se preocupar. Abrace o momento, continue na busca pelo prazer e autoconhecimento das curvas do seu corpo. Quer algo melhor do que isso?

2 – Existem posições sexuais que facilitam o escape do barulhinho

Algumas posições sexuais facilitam a entrada de ar no canal vaginal, especialmente aquelas em que a penetração é realizada de maneira profunda. Um exemplo é quando você está de quatro ou deitada com os joelhos flexionados na altura da cintura.

Então, se preferir evitar barulhinhos desagradáveis, recomendo que opte por outros tipos de manobras na cama. Caso não ligue para a flatulência vaginal, siga em frente e aproveite as estocadas profundas dos parceiros nessas posições.

3 – Os exercícios de Kegel ajudam a prevenir qualquer som desconfortável

Acredite, os exercícios de Kegel ajudam – e muito! – a fortalecer a região pélvica, além de trazer inúmeros benefícios para a saúde íntima. Ele é realizado por meio de contrações e descontrações dos músculos que estruturam a vagina e devem ser feitos no mínimo 3 vezes por dia.

Segundo especialistas da área ginecológica, assim como o pompoarismo, a prática de Kegel fornece um maior controle da musculatura. E sabe do melhor? Além de evitar a saída de sons que se assemelham a um pum, a realização diária dessa atividade física promove sensações ainda mais intensas na hora H.

4 – Atente-se ao uso de lubrificante na hora H

O ar que fica preso no gel precisa ser solto em algum momento, concorda? Em meio ao ato sexual, isso é um pouco mais difícil de acontecer. Mas, após a brincadeira, é provável que o ar saia do canal vaginal durante esse deslocamento.

Para que você não tenha surpresas desagradáveis no “pós-sexo”, especialmente se a intimidade com o parceiro está apenas no início, use o lubrificante com moderação. Ou, se preferir, espere alguns minutinhos antes de sair da cama e realizar movimentos bruscos!

5 – Aprenda a controlar as contrações do canal vaginal

Ao fazer os exercícios de Kegel, você vai aprender a como controlar a musculatura do canal vaginal. Entretanto, é necessário ter sensibilidade para encontrar a musculatura que precisa, de fato, ser trabalhada. Então, preste atenção em seu corpo e tenha conhecimento dele.

Aliás, a pessoa que mais conhece o seu físico é você mesmo. Então, esteja atento às minuciosidade de cada partezinha da sua estrutura para começar a realizar as contrações vaginais.

O “pum” vaginal não tem relação com a saúde, não se preocupe!

Isso significa que você pode deixar a preocupação de lado quando um “punzinho” escapa da pepeca. Cientificamente, não existe nenhuma relação entre a saúde com o queefing, ele apenas existe. Fique tranquilo e não tenha nenhum tipo de paranoia diante desse episódio natural do corpo humano.

Ah, e algumas pessoas desenvolvem esses estímulos com mais frequência devido ao formato do canal vaginal, sabia? Por exemplo, quem já passou por um, dois ou mais partos normais possuem maiores chances de deixar escapar os flatos. Isso acontece porque a vagina se encontra dilatada e a entrada de oxigênio é maior.

Se você está na menopausa também pode notar uma incidência recorrente dos “puns” vaginais. Nesse período a produção de hormônios, como estrogênio e progesterona, auxiliam no aparecimento da atrofia muscular da região pélvica.

Portanto, se você não sente dor ou qualquer sintoma que possa levantar uma pulga atrás da orelha, tenha em mente que os barulinhos lá de baixo não são nada demais. Fique tranquilo e aproveite a transa com sua companhia, brinque e se divirta sem maiores preocupações.

Quer – mais – um conselho? Relaxe e goze!

Curtiu o conteúdo de hoje? O nosso desejo é que a partir de todas as informações, você se sinta mais à vontade quando não conseguir controlar o famoso queef. Afinal, é algo totalmente involuntário que acontece sem data e hora marcada. Se acontecer durante o sexo, permaneça sem (–) vergonha e continue no clima!

Quer saber mais sobre o universo sexual sem tabus? Então continue acompanhando o blog da Dona Coelha e fique por dentro de cada uma das atualizações.

Por hoje é só, mas não perca os próximos capítulos. Até mais!

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