o que é assexualidade dona coelha

Sem passar vergonha: tudo que precisamos saber sobre assexualidade!

Não podemos negar, a sexualidade humana é um assunto incrível – que a gente adora, inclusive. Mas quando pensamos nisso, é normal que ainda nos restem dúvidas persistentes e uma das mais recorrentes está relacionada com a assexualidade.

Você já ouviu esse termo? De forma bem básica, até porque o assunto é muito profundo e complexo, podemos chamar de assexual pessoas que não sentem atração sexual por outros indivíduos

A assexualidade pode ser uma realidade total, condicional ou parcial. Essa é uma das orientações sexuais que estão representadas na sigla LGBTQI+ e também uma das menos conhecidas, o que gera muito desserviço para toda a comunidade.

Pensando nisso, a Dona Coelha reuniu algumas das informações mais importantes sobre o assunto, para apresentá-las a você da forma mais objetiva possível. E aí, vamos entender melhor o que é assexualidade e evitar passar vergonha por pura desinformação? Continue a leitura.

5 fatos sobre a assexualidade: desconstruindo estigmas

Assim como acontece na quebra de tantos padrões sociais voltados à sexualidade, pessoas assexuais costumam sofrer com o estranhamento de indivíduos que tiram conclusões super precipitadas sobre pessoas que não possuem ou possuem menos interesse em sexo.

Para iniciar um processo de desconstrução desses estigmas e ajudar a espalhar boa informação por aí, selecionamos cinco fatos que todo mundo precisa saber. Elas são essenciais para que possamos crescer juntos como sociedade, com empatia e respeito.

Primeiro fato: assexualidade não é doença, nem trauma

É cansativo bater na mesma tecla todas as vezes, não é mesmo? Porém, isso é algo importante, então vale a pena lembrar: nenhuma orientação sexual é doença, nem mesmo a assexualidade.

O fato de alguém não sentir interesse sexual não precisa, necessariamente, envolver um motivo. Simplesmente não existe aptidão sexual e isso é tudo, não é preciso justificativas, não faltou “uma transa de verdade” na vida da pessoa. É preciso respeitar esse fato ao invés de tentar resolvê-lo.

Segundo fato: sim, pessoas assexuais se relacionam afetivamente

amor e assexualidade dona coelha

Esse é um dos pontos mais complexos na mente de uma pessoa sexuada, conseguir separar relacionamentos afetivos de vida sexual. Ao contrário do que se pensa por aí, existe amor sem sexo e nem sempre ele é chamado de amizade.

Se quiserem, assexuais podem (e devem, né?) namorar ou construir qualquer outro tipo de relacionamento afetivo. Afinal, a necessidade de estabelecer vínculos emocionais e amorosos também é uma realidade para eles.

A diferença está no fato de que, nesses casos, o sexo será uma restrição no relacionamento. É muito importante enxergar isso de maneira positiva, afinal todos nós precisamos amar e ser amados, compartilhar a vida.

Terceiro fato: a assexualidade possui nuances importantes

Dizer que existem vários tipos de assexualidade talvez não seja a melhor maneira de nos referirmos às nuances dessa orientação sexual. Afinal, existem assexuais românticos, outros que não nutrem nenhum tipo de envolvimento romântico.

Também existem pessoas que se sentem atraídos sexual com determinadas condições. Trata-se da assexualidade condicional. É o caso dos demissexuais, por exemplo, que sentem atração sexual desde que desenvolvam sentimentos pela pessoa.

É por isso que não podemos colocar todos os indivíduos apenas em uma definição e esperar que isso seja justo. Tudo pode variar de uma pessoa para outra.

Quarto fato: a assexulidade não é um bixo de sete cabeças

assexualidade assexuais dona coelha

No final da década de quarenta, começaram a surgir os primeiros estudos científicos que se aprofundaram nos temas sobre a assexualidade. Um dos nomes mais conhecidos no contexto da época foi Alfred Kinsey, biólogo que divulgou pesquisas apontando que pelo menos 1% da população mundial afirmam não sentir atração sexual.

Esses estudos continuaram acontecendo, até que a 26 anos atrás, na Inglaterra, pesquisadores chegaram a exatamente a mesma porcentagem.  Isso demonstra que a assexualidade é uma realidade comum para muita gente.

Sendo assim, deve ser tratada de forma como é, não como um bicho de sete cabeças. Esse é um dos motivos pelos quais evitamos normatizar o sexo por aqui, afinal, assexuais também possuem libido, mas ela pode simplesmente ser canalizada em aspectos não eróticos.

Quinto fato: assexuais não são celibatários, nem coitadinhos

Existem pessoas, em contextos religiosos, que se abstém de relações sexuais voluntariamente. Normalmente, essas pessoas passam por um processo de voto ou doutrinação que despertam esse posicionamento.

No entanto, essas pessoas são chamadas de celibatários, não são assexuais. Nesses casos eles podem – ou não, sentir atração sexual, enquanto a assexualidade prevê a falta de interesse.

Além disso, vale a pena lembrar que a assexualidade é uma orientação válida, assim como qualquer outra, portanto, não há sentido em enxergar pessoas assexuais como “coitadinhos que não transam”.

Muito pelo contrário, esse é um grupo tão importante quanto e precisa receber o devido respeito, assim como qualquer outro. É hora de jogarmos nossos comentários, piadinhas e dúvidas impertinentes no lixo!

E aí, gostou do post? Esperamos que ele tenha te ajudado a conhecer um pouco melhor a assexualidade. Sempre vale a pena estudar sobre esse assunto! E para não perder nenhum dos nossos conteúdos, continue de olho em nosso blog e também em nosso perfil do instagram!

Nos vemos no próximo post!

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