Mulher contando nos dedos

Quantas vezes um casal normal faz amor: existe regra? Descubra!

Quantas vezes um casal normal faz amor? Essa é uma pergunta que passa na cabeça da maioria das pessoas que está ou já esteve em um relacionamento monogâmico, em algum momento da relação.

Afinal, existe uma regra do que é normal ou não quando falamos de sexo no relacionamento? Qual é mínimo de transa que deve acontecer por semana? E por mês? Se a gente não transa, é porque alguém está traindo? Ou acabou o amor?

Poxa, dá pra ver que esse assunto é extenso e gera várias pulgas atrás da orelha, certo? A gente sabe que vocês estão ansiosos por aí, mas, antes de irmos direto ao ponto, é preciso falarmos sobre uma coisa importante:

Casal normal: o que é? Onde habita? O que come? Descubra!

Antes de responder a essa pergunta que não se cala na sua cabecinha, precisamos entender, afinal, o que é um casal normal? Será que isso existe mesmo? Bem, podemos dizer que sim e que não! Não entendeu? Calma aí!

Quando a gente pensa em normal, podemos entender que seja aquilo que é “certo” e “aceitável”, não é? Nesse sentido, todo e qualquer casal é normal, afinal, não existe limite para o amor e para as relações interpessoais – além dos assédios e abusos obviamente.

Assim, a gente sabe que um casal é normal seja ele heterossexual, gay, lésbica, com pessoas cis ou transgênero, com duas ou mais pessoas etc.

Como, hoje, nem tudo são flores ainda, boa parte da nossa sociedade ainda não entende dessa forma o “normal” e relaciona o termo apenas àquilo que é o padrão estabelecido por ela: casal heterossexual, cisgênero e monogâmico.

Daí há quem diga que existe um casal normal, que acaba desqualificando outros formas de relação e de amor. Para nós do lado de cá, a opção certa é a primeira: casal normal é aquele que se ama e se respeita!

Dito isso, agora, podemos seguir para outra ideia importante dessa questão toda do que é normal ou não…

Toda vez que um casal transa, faz amor?

Nos filmes, séries, novelas e até mesmo no dia a dia, a gente ouve que as pessoas “fazem amor” quando se referem à transa. Mas afinal, será que transar é sempre fazer amor? E fazer amor se refere sempre ao sexo?

Gostamos de acreditar que nem um nem outro. Primeiro, é preciso entender que o sexo tem, sim, a ver com amor e paixão e que esses sentimentos podem levar à transa, mas não é só isso.

De forma bem simplificada, o que leva duas pessoas a transarem é o desejo e a excitação – o amor entra como um bônus para deixar as coisas mais especiais. Mas essas três coisas não são diretamente relacionadas.

É possível amar seu parceiro ou sua parceira e não estar afim de transar; assim como é possível sentir muito tesão e desejo por alguém sem amar essa pessoa, certo? Uma coisa não acarreta nem exclui a outra, pois há vários fatores nessa linha entre sentimento e prazer: fatores externos e internos, tempo, pessoas, libido e muito mais.

Além disso, entendemos que o amor não deve estar ligado ao sexo, pois isso exclui todas as outras formas que temos para demostrar e sentir esse sentimento tão bonito. Um carinho, uma mensagem, um meme compartilhado também podem ser considerados “fazer amor”, não acham?

Um riso compartilhado, o ombro de um amigo para chorar, uma bronca quando fazemos algo errado – tudo isso é fazer amor, na prática mesmo. Viu só: nem amor nem sexo podem ser limitados e condenados um ao outro!

Ufa! Assuntão que pode parecer óbvio para uns, mas uma super novidade para outros. Agora, sim, vamos para o ponto principal da nossa conversa de hoje!

Quantas vezes é normal um casal transar?

Nesse assunto, é comum pensar que “a grama do vizinho é mais verde”, mas sabia que aquela grama pode ser sintética? Ou que ele usa os fertilizantes certos para deixá-la sempre bonita e saudável? Pois é…

O que queremos dizer é que muitas pessoas comparam a própria relação com a dos outros quando o assunto é frequência sexual e define o que é normal ou não a partir dessas comparações, que não são nada saudáveis.

Primeiro porque cada pessoa é única, assim, cada relação também acontece de uma forma específica e singular; ou seja: é impossível e indiferente se comparar, visto que nunca dá (e nem é legal) para ser igual aos outros.

Segundo, porque você não tem como saber a verdade da vida alheia (e nem precisa). O que acontece é que o outro casal pode falar que tem a vida super ativa a fim de esconder e disfarçar uma relação mais parada.

Além disso, a frequência com que os outros transam pode ser ideal para eles e não para você, afinal, quantidade não está ligada à qualidade nesse tema, sabia? Para saber o ideal para vocês, é preciso conversar e entender as vontades e necessidades de cada um.

Comparar a vida sexual

O que dizem os especialistas? Frequência e possíveis causas

Em 2015, a Universidade de Toronto, do Canadá, em 2015, publicou um estudo que mostrou que transar 1 vez na semana é o ideal para os casais. A pesquisa foi realizada com 30 mil pessoas por mais de 40 anos. Eles também concluíram que quem fazia sexo mais de uma vez na semana não era mais feliz do que os outros.

Seguindo a linha da felicidade, uma pesquisa publicada em 2015 pela Universidade Carnegie Mellon, dos Estados Unidos, mostrou que só o sexo não aumenta a felicidade.

Os americanos concluíram algo ainda mais importante: a obrigação de ter que transar mais inibiu o desejo e a satisfação sexual dos casais, assim, eles ficaram um pouco mais tristes do que mais felizes.

O Instituto Kinsey de Pesquisas em Sexo, Gênero e Reprodução também fez estudos sobre o assunto e concluiu que a idade pode influenciar na frequência sexual – não em números, necessariamente, mas como nos sentimos também.

Entre os 20 e 30 anos, a pesquisa notou a frequência média de 3 vezes na semana, enquanto entre 30 a 40, a frequência cai para cerca de 1,6 transas semanais. Essa queda, segundo a pesquisa, seria devido ao aumento de estresse e obrigações com o passar dos anos.

O periódico The Journal of Sex Research também apresentou estudos sobre o tema. Assim, entendeu-se que o casamento também tem papel importante na quantidade de sexo entre o casal. A maior parte dos casados teria relações algumas vezes no mês ou algumas vezes no ano.

Por outro lado, pesquisadores já notaram que, com a idade, as pessoas, em especial mulheres, tendem a focar mais na qualidade do sexo do que na quantidade de vezes que transam e, assim, sentem-se satisfeitas mesmo transando menos.

Essas são algumas das pesquisas realizadas até hoje que envolvem esse tema e deu pra ver que é muita coisa, certo? Cada uma traz um dado diferente, uma frequência variada, mas em uma coisa elas concordam: a qualidade é mais importante que a quantidade!

Por aqui, a gente também acredita nisso, afinal, queremos sempre que o seu sexo fique mais gostoso e prazeroso; além disso, de nada adianta ser o/a “transante” e não se divertir na relação, tratando o sexo como uma obrigação (mais social do que pessoal).

Felizes…para sempre?! O que acontece depois das núpcias?

Há um estigma social de que, depois do casamento, o relacionamento tende a ir por água abaixo. Quem não lembra os casos de separação entre grandes casais famosos que deixou todo mundo desacreditado do amor?! Daí só se falava que, depois do casamento, vem o divórcio.

Mas isso não é uma regra, pessoal, pois há muitas pessoas casadas e super felizes há anos e anos. Da mesma forma, há quem esteja num namoro, há pouco ou muito tempo, e já esteja cansado da relação – o que também é normal acontecer.

A questão é que, depois de algum tempo junto, um casal acaba tendo que lidar com diversos problemas além do relacionamento, daí já viu: é briga atrás de briga, o desejo esfria, o cansaço aumenta e as coisas não dão certo.

Como lidar com isso? Para gente, a principal solução é bem mais simples do que parece, mas bem mais efetiva do que se acredita por aí: comunicação! Manter um diálogo constante, sincero e, acima de tudo, respeitoso entre vocês vai evitar a maioria desses problemas – e pode interferir até na questão do sexo.

Além de poder entender o que a outra pessoa gosta ou não na cama, conversando é possível saber o que está afetando a libido um do outro, ou se há algum fator interno ou externo que está tirando o tesão etc. Dessa forma, vocês poderão buscar as melhores soluções juntes.

Não queremos dizer que será sempre um mar de flores se vocês manterem o papo em dia, mas que isso facilita muito a entender os problemas que estão passando logo no início e não deixar virar uma bola de neve.

Falta de sexo é sinal de traição?

Outro medo super comum e alimentado pelos dizeres populares é que se o parceiro ou a parceira não está transando em casa, está transando em outro lugar. Cá entre nós, essa ideia já está mais do que ultrapassada, viu?!

Primeiro porque a traição não é só uma questão de desejo por uma pessoa externa ao relacionamento – afinal, não é impossível controlar e entender esse tipo de sentimento. Segundo porque sexo não é oxigênio, então não precisamos dele para viver.

É essencial entender que é normal não querer transar, seja em um momento específico, ou com uma pessoa específica – mesmo que seja o amor da sua vida! E não é porque uma pessoa não quer transar que ela não quer transar com você: geralmente, ela só não está afim mesmo!

Ter esse pensamento de desconfiança é um fator de risco para qualquer casal, afinal, provoca sentimentos negativos e até perigosos, como o ciúmes. Pode não parecer, mas muitos casos de feminicídio iniciam-se com coisas “pequenas” como essas.

Além disso, isso pode ser um sinal de alerta para uma auto análise mais delicada: será que o problema é uma possível infidelidade da outra pessoa, ou uma insegurança sua? Geralmente, a resposta é a segunda opção.

Falta de sexo é sinal de traição

O fogo apagou: o que fazer para reacender a chama?

Bom, se a frequência sexual de vocês diminuiu e isso é algo que vem incomodando o casal e deixando-os desconfortáveis, não dá para deixar por isso mesmo. Então, a primeira coisa a se fazer é conversar com calma, como já dissemos antes.

Por meio dessa conversa, vocês saberão lidar melhor com a situação e buscar os meios ideais para isso: seja apimentar a relação; um acompanhamento com um profissional de saúde, psicológica ou física; um momento para si mesmo; ou até mesmo o fim da relação.

Se no caso de vocês, o ideal for dar um up no sexo, não se preocupe: a Dona Coelha te dá várias dicas para fazer isso, afinal, somos especialistas em prazer!

Nossa primeira dica é inovar as posições sexuais! É provável que vocês já tenham aquela posição favorita que sempre leva os dois ao ápice, mas sabia que pode ser mais de uma? Então, por que não inovar? Capricha no alongamento e se joga! Ah, caso você não saiba, aqui, temos um conteúdo incrível de kama sutra gay e lésbico!

Outra ideia é usar sex toys de casal durante o sexo, seja nas preliminares ou em outros momentos da relação. Com eles, vocês poderão descobrir outras sensações e criar ainda mais intimidade.

Nossa última dica (de hoje) é simples mas muito importante: cuidem-se! Isso mesmo, tenham cuidado com quem está nessa jornada com você e façam amor de todas as formas possíveis! O carinho e o cuidado são indispensáveis em qualquer relação.

Sabia que a Dona Coelha e o Renan, seu marido e companheiro, bateram um super papo sobre sexo em relacionamentos longos? Isso mesmo! Você pode ouvir tudinho no podcast que está aqui embaixo:

Bem, por hoje é só! Conte para nós o que achou desse conteúdo aqui nos comentários, adoraremos saber! E não se preocupe: toda semana temos posts fresquinhos para você! Até o próximo!

16 comentários sobre “Quantas vezes um casal normal faz amor: existe regra? Descubra!

    • Dona Coelha disse:

      Primeiro, uma pessoa é assexual, não assexuada.
      Segundo, eu não veria problema em ser um pessoa assexual, e você deveria ter mais respeito pelo próximo.
      Por último, eu queria entender: O que é normal para você? Por que você se acha mais normal que outras pessoas?

  1. Flaviana kercia Mendes Dantas disse:

    Já faz algum tempo que o meu marido está frio não me procura mais com a mesma frequência no sexo reclamo conveso com ele todas os dias sobre isso sem a mesma coisa to cansado, fala que eu só falo besteira eu pergunto a ele você ainda gosta de mim aí ele Fala claro aí eu pergunto e porque você não me procura mais pra fazer sexo como antes agente só faz 2 vezes por semana isso tá me encomendando não tô feliz com isso mais pra ele tá ótimo 2 vezes por semana ele fala que é o suficiente e sexo não é tudo sim e claro mais pra uma mulher se sentir amada e ver que o marido sente prazer ,por ela ainda tem que ter sexo sim com frequência na minha opinião tem que ser uma dia e outro não assim agente vai se sentir melhor e a minha opinião eu acho que quando o sexo acaba com as frequência é porque não existe mais sentimento ou não existe mais prazer um homem ficar sem procura as esposa não é normal o homem dorme todas os dias com a mulher e não a procura só quando ele quer pra mim isso não normal aí tem acoisa ? Você não acha?

    • Dona Coelha disse:

      Oi Flaviana,
      é bastante comum dentro de um relacionamento a frequencia sexual diminuir e nem sempre isso significa falta de amor.
      Alias, precisamos separar o amor do desejo sexual, são coisas diferentes.

      O desejo sexual de cada um é diferente e pode mudar ao longo do tempo, acho que o mais importante é vocês conversarem para encontrar um meio termo onde os dois se sintam realizados, mas não se sinta presa a uma fórmula ideal, inclusive respeite os ciclos da sua parceria e os seus.

      De qualquer forma, é importante conversar bastante e tentar entender que cada pessoa é diferente :)

      Espero de alguma forma ter ajudado

    • W. Silva disse:

      Se você acha que tá ruim pra você imagina pra mim que minha esposa faz 1 vez por mês e olhe lá.
      Eu sempre falo com ela e ela pede pra mim não ficar pressionando pq ela é assim, não sente vontade que nem eu.

    • Amigo disse:

      Para mim o principio do casamento é o conjugal, caso contrário é equivalente a amor fraternal e filial! Até há a tese de casados que não consumam o casamento (lua de mel) de pedir anulação e não divórcio! Minha irmã com a desculpa de casar virgem, evitou relações sexuais em solteira – 38 anos – na noite de “lua de mel”, não deu de “segurar” o lesbianismo: já tinha, há anos, namorada!

  2. Marlon Bs disse:

    Em muitas literaturas tanto de casais que duraram a vida toda, quanto em livros sobre romance conjugal, há algo em comum sobre o sexo e sucesso no casamento: O desejo e a manutenção deste, e consequentemente, uma maior frequência. Duas pessoas podem até ser felizes passando a vida toda juntos, mas isso não significa que são um casal de verdade, são apenas companheiros. Não podemos normalizar a frieza a qual nossa geração é imposta. É comum, sim, o sexo em menor frequência, mas os casais mais felizes, longevos e harmoniosos são aqueles em que há o carinho diário, a proximidade, o abraço, o beijo, a atração pelo cônjuge, a vontade de satisfazer o outro. E quando há proximidade, calor, há sexo. Por quê há casais que, mesmo com 40 anos de casados tem sexo e carinho diariamente, enquanto outros com 5 anos são frios e com sexo a cada 2 semanas, 1 mês, até menos, e tratando isso como normal?? Uma das maiores causas de depressão são os problemas conjugais. E curiosamente, as maiores queixas de infelicidade com o parceiro em casamentos são frieza, indiferença, libido baixa, falta de afeto, traições, substituição do sexo por masturbação. Não há casais felizes e completos de verdade sem o calor e o desejo!

    • Dona Coelha disse:

      Oi Marlon, muito obrigada pelo seu comentário, acho que pode enriquecer muito a discussão :)
      Eu discordo desse pensamento porque ele tem uma premissa muita cartesiana sobre os relacionamento, que busca um modelo ideal. Essa visão é bastante ultrapassada, assim como a ideia de amor romântico que é descrita desde a idade média até os dias atuais.
      Existem inúmeras formas de se relacionar baseado no acordo e na felicidade que traz para as partes envolvidas.
      Eu tenho uma amiga que gosta de transar todos os dias, mas tenho outra que transa a cada três meses, e as duas são felizes dentro dos seus relacionamentos assim.
      Transar mais ou menos não é sinônimo de felicidade, especialmente quando pensamos em caso que a pessoa precisa transar forçada, por um peso da sociedade ou do próprio relacionamento. Assim como o contrário, não transar, mas ter vontade de fazer também não é bom.
      O caso de pessoas assexuais é interessante por isso, a pessoa as vezes não tem desejo de transar, mas gosta de ter um relacionamento afetivo e para muitos casais isso funciona bem.

      O julgamento sobre qual modelo é o melhor ou qual vai fazer ser mais feliz, chega a ser discriminatório.
      Cada relacionamento possui um dinâmica diferente e precisa ser analisado dessa forma, longe de regras impostas pelo patriarcado.

      • Blau disse:

        Discriminatório? Mas o SEU modelo presa pela relativização total, quando não há nenhum modelo a seguir todos fazem o que querem de forma egoístas, casamento precisa de sacrifício, entrega, solidariedade, humildade, a falta disso é a razão de tantos divórcios, não há modelo a seguir pra começo de conversa com uma sociedade tão desestruturada, os meninos não sabem ser homens, e nem as meninas a ser mulheres. O reino dos eternos adolescentes.

        • Dona Coelha disse:

          Você sabe que ser homem ou mulher é uma construção social, certo?
          Dessa forma qualquer jeito “certo” de ser isso ou aquilo é uma prisão imposta pela sociedade que só reforça a infelicidade quando não nos encaixamos nesse espaços pré-definidos.
          Talvez você se encaixe bem, mas boa parte pode não se encaixar. Isso vira uma tortura na vida de qualquer pesssoa que precisa se moldar e seguir um padrão que foi definido por quem mesmo?
          Blau, eu acredito que ter muito mais questões e menos julgamentos é a melhor coisa para a vida. Nós precisamos ser mais humildes para entender que cada um vê o mundo de uma forma diferente e tem desejos diferentes dos nossos.
          O mundo é mais bonito com a diversidade de cada um.

    • Amigo disse:

      Marlon, ai entra a questão do que as pessoas entendem por conjugal, que vai além de pênis e vagina. Somos multisensoriais e dotados de sentimentos: tive um dos meus irmãos que, suponho, para evitar comentários da nossa mãe sobre a nora, quando fui morar sozinho me ligava todos os dias, durante a semana, para falar do dia de trabalho! Parece que minha cunhada se incomodou e ele deixou de me ligar. Em reuniões de aniversário, mas a frente, comentou a todos que eles não transavam. Ou seja, ela não queria ouvi-lo, preferiu que ele não se desestressasse com o irmão e que na noite – como mágica – ele estivesse viril. Pelo visto nem “caprichava” nas preliminares, carinho!

    • Amigo disse:

      Sou solteiro e cisgenero, minha atração é por homens e, entendo o que você escreveu porque um casamento não se faz dissociando a pessoa em si do conjugal! Já tive amigos e colegas (trabalho e faculdade) em que a transa fluía, de tanto eu e o cara conversar, que ao final já se ia as preliminares e a transa. Uma vez, um cara disse rindo, que foi isso e não temos aquela beleza, para termos sido tão intensos. Ai eu disse tivemos um “check list” casal, trabalho acabou, dois amigos conversando, atração fluiu. Até comentei com ele, quando fui morar sozinho, meu irmão casado me telefonava. Parece que minha cunhada não foi gostando e ele deixou de me ligar. Não demorando muito, para em festas de aniversário em família comentar que ele não a procurava! Querer ouvi-lo a noite, ela não queria, será que ela pensou que ele tinha aquela performance “do nada” sem sentir-se acolhido na conversa, mesmo telefônica?

  3. Made Moura disse:

    Estou 4 anos com meu esposo e passamos duas semanas sem ao conversar com amigas me senti estranha, pois elas ficaram espantadas com a minha revelação. Então corri aqui! E depois de ler, entendi que eu posso ser aquela que preferi a qualidade invés da quantidade. Mas confesso, que ainda tenho uma ponta de preocupação. Às vezes me sinto cansada só de pensar em começar uma transa. Mas quando estou com vontade sempre rola mais de uma vez.

  4. jose henrique disse:

    bom, gostei . pois minha conjuge estava achando anormal transarmos 3 ou 4 vezes durante uma semana apos 1 mes de casados. eu nao sentia mais tanto prazer assim ou desejo de fazer sexo todos os dias, me sentia satisfeito, tranquilo. vou pedir ela pra ler sobre também kk. alias ela tem 20 e eu 27 anos. obrigado

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